Review – Splinter Cell: Blacklist – Sam Fisher de volta às origens

24 de setembro de 2013

Mais uma vez, Sam Fisher volta à ação em Splinter Cell: Blacklist, e está de volta às suas raízes com mais daquela furtividade característica dos primeiros jogos. Em Blacklist, continuamos a história de onde parou em Conviction, com a divisão Third Echelon acabada, e agora, uma nova sendo criada, a Fourth Echelon. Mas desta vez, temos ninguém menos que Sam Fisher no comando da unidade. Personagens retornam dos jogos anteriores, como a Grim, e até a filha de Sam, que não chega a aparecer, mas pode ser contactada via telefone. Embora seja uma continuação de eventos, é uma história nova, sem a necessidade de se conhecer tudo que aconteceu anteriormente.

Sam Fisher está de volta às suas raízes, com mais daquela furtividade característica dos primeiros jogos

Dessa vez, a ameaça é a Blacklist, um grupo terrorista que promete executar atentados contra os EUA, caso o país não retire suas tropas dos países em que ocupa. Diante desta ameaça, a presidente dos EUA resolve criar a Fourth Echelon e reúne os melhores junto a Sam Fisher. A equipe consiste em: Charlie, um nerd tecnológico; Briggs, um especialista em operações especiais; Grim, uma espécie de analista das missões; e um criminoso com contatos, que não direi o nome para não estragar a surpresa.

Splinter Cell: Blacklist 01

A equipe fornece tudo que Sam precisa: equipamentos, informações e uma ajuda em campo caso necessário. Os equipamentos são variados, estão disponíveis uma infinidade de armas, todas com melhorias como balas perfurantes, miras, etc. Além dos essenciais gadgets, que agora incluem desde câmeras adesivas, até um trirrotor equipado com câmera e choque para nocautear inimigos.

Em campo, o jogador tem várias opções à sua frente, com 3 estilos principais de progressão durante a missão: fantasma, pantera e assalto. Cada ação feita, conta pontos em uma dessas categorias, sendo que o modo fantasma é o que dá mais pontos, e é aquele em que você entra, não é detectado por ninguém, e não mata uma única alma, só deixa os inimigos nocauteados. Já o modo pantera exige que você não seja detectado, mas permite a matança. E o assalto, como é de se esperar, é a desordem completa, não importando com detecção pelos inimigos.

Splinter Cell: Blacklist 02

O jogador tem várias opções à sua frente, com 3 estilos de progressão durante a missão: fantasma, pantera e assalto

O dinheiro ganho nas missões e ações do jogo, pode se usado para fazer melhorias do avião Paladin, o quartel general da Fourth Echelon. Essas melhorias ajudam Sam durante cada missão, um exemplo de melhoria é a marcação de inimigos no radar, quando estes estiverem próximos. O segundo nível desta melhoria, aumenta o alcance do radar. Outra muito útil, mas que pode tornar fácil até demais, é a visão que permite enxergar inimigos atrás de obstáculos, como paredes.

O conteúdo do jogo está incrivelmente maior do que em Conviction, com muitas missões opcionais para cada personagem integrante da equipe. As missões de cada um são diferentes em seu estilo, as da Grim não permitem que você seja detectado, já as do Charlie te coloca derrotando ondas de inimigos, seja como for, com detecção ou não.

Splinter Cell: Blacklist 03

O jogador fica livre para controlar Sam Fisher dentro do Paladin, podendo conversar com a equipe, e até ligar para sua filha Sarah após cada missão. E para acessá-las, deve-se usar o sistema chamado de SMI, que mostra um mapa mundial com todas elas marcadas. Os cenários para as missões são bem diversos, o que nunca irá cansar o jogador, alternando também entre períodos de dia e noite. Tudo isso aliado a um ótimo visual, com detalhes nas faces dos personagens e nos cenários. E para deixar mais crível, há um belo trabalho de dublagem, que perdeu muito sem a voz característica de Michael Ironside como Sam Fisher, mas ainda foi feito um bom trabalho.

As missões dadas pela equipe podem ser jogadas em co-op com um amigo ou outra pessoa qualquer, ou também em modo singleplayer (exceto as missões do Briggs, que são obrigatoriamente co-op). Há também um modo multiplayer, chamado de Espiões vs. Mercenários, que é muito divertido de se jogar. Nele, jogadores se revesam no papel de espião ou mercenário, onde mercenários são lentos mas possuem poder de fogo, já os espiões são furtivos e com habilidade de nocautear facilmente mercenários, contanto que consigam chegar perto.

Splinter Cell: Blacklist 04

Blacklist tem um belo trabalho de dublagem, mas perdeu muito sem a voz característica de Michael Ironside como Sam Fisher

Resumindo, Splinter Cell: Blacklist é um ótimo pacote, com conteúdo para mais de 20 horas, fora o multiplayer. O jogo dá mais possibilidade de ser furtivo, com mais gadgets, muitas opções de customização de equipamentos, e várias opções de ação. A história é interessante e traz alguns momentos de tensão, mas sem grandes surpresas. O final dá abertura para explorar mais do elemento principal da história, se assim a produtora desejar. É um game abrangente, que agrada muito bem os fãs antigos, como também dá boas vindas aos novos.

Mais uma vez, Sam Fisher volta à ação em Splinter Cell: Blacklist, e está de volta às suas raízes com mais daquela furtividade característica dos primeiros jogos. Em Blacklist, continuamos a história de onde parou em Conviction, com a divisão Third Echelon acabada, e agora, uma nova sendo criada, a Fourth Echelon. Mas desta vez, temos ninguém menos que Sam Fisher no comando da unidade. Personagens retornam dos jogos anteriores, como a Grim, e até a filha de Sam, que não chega a aparecer, mas pode ser contactada via telefone. Embora seja uma continuação de eventos, é uma história nova, sem a necessidade de se conhecer tudo que aconteceu anteriormente. Sam Fisher está de volta às suas raízes, com mais daquela furtividade característica dos primeiros jogos Dessa vez, a ameaça é a Blacklist, um grupo terrorista que promete executar atentados contra os EUA, caso o país não retire suas tropas dos países em que ocupa. Diante desta ameaça, a presidente dos EUA resolve criar a Fourth Echelon e reúne os melhores junto a Sam Fisher. A equipe consiste em: Charlie, um nerd tecnológico; Briggs, um especialista em operações especiais; Grim, uma espécie de analista das missões; e um criminoso com contatos, que não direi o nome para não estragar a surpresa. A equipe fornece tudo que Sam precisa: equipamentos, informações e uma ajuda em campo caso necessário. Os equipamentos são variados, estão disponíveis uma infinidade de armas, todas com melhorias como balas perfurantes, miras, etc. Além dos essenciais gadgets, que agora incluem desde câmeras adesivas, até um trirrotor equipado com câmera e choque para nocautear inimigos. Em campo, o jogador tem várias opções à sua frente, com 3 estilos principais de progressão durante a missão: fantasma, pantera e assalto. Cada ação feita, conta pontos em uma dessas categorias, sendo que o modo fantasma é o que dá mais pontos, e é aquele em que você entra, não é detectado por ninguém, e não mata uma única alma, só deixa os inimigos nocauteados. Já o modo pantera exige que você não seja detectado, mas permite a matança. E o assalto, como é de se esperar, é a desordem completa, não importando com detecção pelos inimigos. O jogador tem várias opções à sua frente, com 3 estilos de progressão durante a missão: fantasma, pantera e assalto O dinheiro ganho nas missões e ações do jogo, pode se usado para fazer melhorias do avião Paladin, o quartel general da Fourth Echelon. Essas melhorias ajudam Sam durante cada missão, um exemplo de melhoria é a marcação de inimigos no radar, quando estes estiverem próximos. O segundo nível desta melhoria, aumenta o alcance do radar. Outra muito útil, mas que pode tornar fácil até demais, é a visão que permite enxergar inimigos atrás de obstáculos, como paredes. O conteúdo do jogo está incrivelmente maior do que em Conviction, com muitas missões opcionais para cada personagem integrante da equipe. As missões de cada um são diferentes em seu estilo, as da Grim não permitem que você…

9

Fantástico!

Veredito Final

Unindo a mecânica mais 'stealth' dos primeiros games da série, com a ação do jogo anterior, Splinter Cell: Blacklist consegue agradar antigos e novos fãs, trazendo boa história, ótima jogabilidade, e várias opções de como agir em campo. E ainda tenta deixar o jogador o mais imerso possível na história, sem a necessidade de menus. É um ótimo retorno da série, e um ótimo caminho a ser seguido nos próximos.

Nota

9

9

Redator da SuperGamePlay, se apaixonou por videogames na primeira vez que jogou Atari. Preza por uma boa história, é fanático por Metal Gear e está sempre em busca de bons jogos indies. Ama consoles, mas também não larga o PC. Tudo o que queria era mais tempo para terminar todos os jogos que gostaria.